Grande Angular – Notícias do Engenho

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CURSO BÁSICO de FOTOGRAFIA

É destinado àqueles que querem aprender a maneira correta de bater fotografias, além de conhecer as funções e recursos da câmera fotográfica, seja uma câmera pequena ou profissional. Poucas vagas…

http://engenhodefotos.wix.com/index#!basico/c7dg

 

LUZ CRIATIVA no CURSO AVANÇADO

O Curso de Fotografia Avançado é destinado para quem tem conhecimentos de fotografia e fez o Curso Básico. Com duração de 3 meses, o Avançado vai trabalhar incansavelmente os conceitos de abertura x velocidade com aulas práticas constantes. E necessário ter uma câmera Reflex e recomendável um tripé. O flash externo é opcional, mas de muita importância.

http://engenhodefotos.wix.com/index#!avancado/cft0

 

ENGENHO NA ESTRADA – Seridó

Uma expedição fotográfica ao Seridó, uma das mais tradicionais regiões do sertão potiguar, será realizada no dia 20 de julho, saindo às 06h00 e retornando depois do por do sol. O projeto Engenho na Estrada é um dia inteiro de aulas práticas em fotografia com pautas específicas para fazer fotos.

http://engenhodefotos.wix.com/index#!noticias/c24vq

 

10 Dicas para fotografar pôr-do-sol

Para quem tem dúvidas de como fazer boas fotos de pôr-do-sol, veja essas 10 dicas simples que podem incrementar sua fotografia com outros elementos, usando criatividade.

https://fotoseverbos.wordpress.com/2014/06/16/10-dicas-de-como-fotografar-por-do-sol/

 

FOTOS do RN em HDR

Veja as paisagens do Rio Grande do Norte sob a ótica HDR, uma nova forma de fotografia, onde as luzes entram em harmonia nas fotos de Carla Belke.

https://fotoseverbos.wordpress.com/2014/06/08/as-paisagens-do-rn-clicadas-em-hdr/

 

TIRANDO ONDA EM ORLANDO

Mês passado, eu fui visitar os Estados Unidos, onde passei algumas semanas em Nova York e fui visitar também os tradicionais destinos Miami e Orlando. Depois de fazer compras no Outlet de Orlando, pegamos um ônibus urbano com um motorista muito louco. Veja o vídeo.

https://fotoseverbos.wordpress.com/2014/05/25/no-trolley-na-maior-viagem-em-orlando/

 

SEJA UM SÓCIO APHOTISTA

Para aqueles que querem fazer parte da história da Fotografia Potiguar e se associar à Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto), basta seguir os paços no link:

http://aphoto.art.br/site/seja-associado/

Os Brutos do Seridó

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Vaqueiros da Pega de Boi no Mato, na Fazenda Pitombeira, em Acari

Numa situação extrema de sobrevivência pela falta d’água, vaqueiros nordestinos moram na caatinga seca, na região do Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, onde só os brutos sobrevivem.

Diferentes das vaquejadas, onde o boi corre numa arena demarcada e é perseguido por vaqueiros, a Pega de Boi no Mato acontece no meio da vegetação caatingueira com os vaqueiros se embrenhando no mato em cima de cavalos ligeiros para pegar o boi, enfrentando espinhos de juremas e touceiras de xique-xique, demonstrando coragem e valentia.

A tradição da Pega de Boi no Mato chegou ao sertão do Nordeste com a colonização e a expansão da criação de gado, quando não havia as cercas delimitando as fazendas e o boi era solto na caatinga. Durante os períodos de seca, os fazendeiros reuniam os vaqueiros da região para pegar o boi, marcar a ferros e conduzir para áreas onde os pastos eram mais abundantes.

No livro “Vaqueiros e Cantadores”, o escritor norte-riograndense Luís da Câmara Cascudo escreveu: “A Pega do Boi é uma prova legítima de habilidade e força, torneio sagrador de famas, motivo de cantadores que imortalizaram a façanha”.

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Um poema de Licurgo Carvalho

Soneto para Natal

 

Filha de uma Mãe Luíza qualquer,

Com cheiro nobre de Alecrim,

No Potengi, nasceste uma mulher,

Espraiada numa Cidade Jardim.

 

Mundana com os gringos na Ribeira,

No Beco, enche a cara de poesias e lama,

E sob a leveza de uma brisa costeira,

Oração ébria na candelária de quem ama.

 

Aventuras descabidas nas dunas do Tirol,

Cidade de esperança no oculto feminino,

Felações permitidas no concreto Mirassol.

 

Menina de Ponta Negra, crescida no carnaval,

Formidável comborça nas ruelas das Rocas,

Eterna noiva cascudiana, teu belo nome é Natal.

 

*Licurgo Carvalho, 2006.

Encontrando um homeless no metrô de Nova York

Quando estivamos em Nova York, eu e minha esposa ficamos no Queens, na Rua Northeastern boulevard, e ficamos hospedados no Anchor Inn Hotel. Para chegar em Manhathan, a gente pegada um ônibus até a Flushing Area, ainda dentro do bairro Queens, que viajava mais de 10 minutos até a estação do metrô.

Flusing Area é uma nova e próspera Chinatown, um local onde se pode cruzar com asiáticos de todos os lugares. Segundo o recepcionista do hotel, em Flusing Area se fala mais de 200 idiomas. Em Flusing Area, a gente pega o metrô para a Time Square, numa viagem de 15 minutos.

Todo dia, a gente encontrava esse “homeless” falando inglês com sotaque latino e pedingo uma ajuda. Numa dessas viagens, eu resolvi filmar o cara, que disse que está com câncer na perna e que mora no metrô há cinco anos. Todos no vagão do metrô ficaram inertes, pareciam acostumados com aquela cena. Dei algumas pratas de dollars para o rapaz.

10 Dicas de como Fotografar Pôr-do-sol

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1. Se informe a hora (aproximada) do pôr-do-sol e chegue ao local escolhido UMA HORA antes.

2. O tripé é essencial para conseguiu uma imagem nítida e profissional. Também para usar na captação das cores do lusco-fusco (depois que o sol se pôr), em velocidade baixa.

3. Procure fazer fotos de silhuetas em primeiro plano, usando velocidades rápidas, iniciando com 1/2000 e depois vá baixando de acordo com seus cliques.

4. Para fazer fotos do lusco-fusco, use o tripé e velocidades baixas 1/05 ou mais lentas ainda. Deixe a câmera no temporizador para que evite “tremer” na hora de abrir o obturador.

5. Entre uma silhueta e outra, faça fotos com flash para iluminar o primeiro plano, chamado de “flash de preenchimento”. De preferência, use um flash externo. Assim você ilumina o “motivo principal” juntamente com o pôr-do-sol.

6. Para evitar grandes partes do céu “estourado”, deixe o ISO em 100 ou mais baixo possível. As partes escuras podem ficar muito granuladas com o ISO alto.

7. Configure o Equilíbrio de Branco (White Balance). Como a mudança de luz é muito rápida, deixe no “Automático”. Depois que o sol se pôr, coloque o WB em “Florescente” para ressaltar a cor azul no céu. Depois, mude para “Tungstênio” para capturar as luzes amarelas. Não deixe de experimentar outras luzes como: Luz do Sol ou Sombra (Daylight or Shade).

8. Tenha paciência. Na hora do pôr-do-sol, não fique andando pra cima e pra baixo procurando o melhor ângulo. As coisas acontecem muito rápido no pôr-do-sol. Se você não se concentrar pode acabar perdendo o momento perfeito.

9. Se for usar uma lente grande angular, dê ênfase ao céu. Quanto maior o campo de ângulo, menor o sol ficará na foto. Com uma lente zoom, o sol fica bem maior nas fotos. Para fazer silhuetas com teleobjetivas, os motivos devem ficar longe. Já as silhuetas com grande-angular devem ficar em primeiro plano da paisagem.

10. Se estiver próximo ao mar, rio, lagoa ou água, não deixe de acrescentar reflexos ao pôr-do-sol, que valoriza a fotografia. Experimente Sempre!

Engenho na Estrada – Seridó

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ACARI – CURRAIS NOVOS – SANTA CRUZ

 O primeiro Engenho na Estrada de 2014 vai desbravar o Seridó, a Região mais tradicional do Rio Grande do Norte. A saída será às 06h00 da matina com a primeira parada na Mina Brejuí, em Currais Novos, onde os fotógrafos vão criar imagens em baixa velocidade dentro das minas, além de registrar a exploração mineral e relaxar em cima das dunas de minérios.

O grupo terá uma chance única de fotografar a arquitetura colonial das casas coladas de Acari com suas ruas estupendamente limpas, além de clicar o Açude Gargalheiras rodeado de rochas. O Açude nunca teve tão seco com menos de 10% de sua capacidade. É uma foto para ficar na história da seca no sertão.

Hotel Tungstênio, Praça Cristo Rei, Correto e o Cruzeiro, são pontos turísticos a serem fotografados em Currais Novos. O pôr-do-sol será aos pés da estátua de Santa Rita, em Santa Cruz, onde o sol desde mansinho por trás das serras que circundam o vale do Trairi. A trupe de aventureiros chegará em Natal por volta das 19h00.

Engenho na Estrada

O projeto “Engenho na Estrada” é uma proposta para que a pessoa passe o dia inteiro tendo aulas de fotografia, onde os participantes terão pautas definidas a serem cumpridas. Em busca da luz, todos farão exercícios fotográficos com a orientação do professor e fotógrafo Alex Gurgel, responsável pelo projeto.

Veja imagens de outros destinos do Projeto Engenho na Estrada:

http://engenhodefotos.wix.com/index#!naestrada/cfvg

 

Expedição Seridó

Acari – Currais Novos – Santa Cruz

Data | 20 de julho (domingo)

Saída | 06h00

Local | Engenho de Fotos (por trás da Igreja do Galo, Cidade Alta)

Investimento | R$ 100,00 até o dia 15 de julho | R$ 130,00 após o dia 15 de julho.

Inclui transporte ida-e-volta e entrada na Mina Brejuí

Atenção | Água e refeições não estão inclusos no valor

Informações | [084] 3211-5436

Dica | Levar tripé e filtro polarizador

Carta Aberta – 7 Dias Sem Marigo

Carta Aberta da família e dos amigos do fotógrafo Luiz Claudio Marigo dirigida aos seguranças, recepcionistas, enfermeiros, médicos, gestores e à diretoria do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) em Laranjeiras, ao Ministro da Saúde Arthur Chioro, e à população brasileira.

Rio, 9 de junho de 2014

Na segunda-feira da semana passada, por volta das 11h30 da manhã, a menos de dez metros da porta do Instituto Nacional de Cardiologia, Luiz Claudio Marigo acabava de sofrer um mal estar súbito no interior de um ônibus.

Apesar dos diversos pedidos de socorro dirigidos ao hospital pelo motorista Amarildo Gomes, pelo cobrador Reinaldo dos Santos, e por vários passageiros, Luiz Claudio não recebeu atendimento imediato e agonizou durante cerca de 45 minutos no interior do ônibus. Foi necessário aguardar a chegada de uma ambulância do SAMU e, em seguida, de uma equipe de bombeiros socorristas.

Digam:

– Como é possível que um hospital de grande porte e bem aparelhado não tenha oferecido socorro imediato, enquanto o ônibus em que Marigo agonizava bloqueava o trânsito e grande quantidade de cidadãos curiosos e indignados permaneciam na porta do hospital?

– Por que esses poucos metros se tornaram intransponíveis? Por que os pedidos de socorro não foram acolhidos? Porque nenhum profissional de saúde – médico ou enfermeiro – foi imediatamente convocado para avaliar a gravidade da situação e prestar o devido atendimento?

Uma instituição de saúde, seja ela pública ou privada, não pode estar alheia ao que acontece ao seu redor, muito menos ao que acontece em sua porta.

– Que tipo de prática hospitalar e de política de saúde pública produz esse descaso com a vida humana, esse embrutecimento da sensibilidade, que leva um hospital de referência, financiado com recursos públicos, à omissão de socorro a uma pessoa que não tem mais voz para clamar pela ajuda que poderia vir a salvar a sua vida?

Luiz Claudio Marigo dedicou 40 anos à documentação fotográfica da natureza brasileira. Acreditava que, ao mostrar a beleza da diversidade das paisagens e espécies da flora e fauna nas suas fotografias, tocaria o coração de todos para a necessidade de sua preservação. Apaixonado por essa missão, levou suas ações além do campo da fotografia, tornou-se conservacionista e participou da criação da Reserva Mamirauá, na Amazônia, uma referência na preservação ambiental.

Esse foi Luiz Claudio Marigo, que morreu sem atendimento em frente ao prestigiado Instituto Nacional de Cardiologia. Um homem tão especial, sacrificado como tantos brasileiros, nas portas, no chão, nas enfermarias dos hospitais públicos, vítima da falta de humanidade, vítima da falta de gestão, vitima do descaso das políticas públicas no Brasil.

Trazemos aqui, em memória de Marigo, um grito de socorro, com a força da revolta e da tristeza que trazemos no peito.

Clamamos por mudanças! Omissão de socorro, NUNCA MAIS!

Cecília Banhara Marigo

Gustavo Banhara Marigo

Vitor Banhara Marigo

AFNATURA – Associação de Fotógrafos de Natureza

FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro

Arfoc Brasil – Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos

Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil

Sociedade Fluminense de Fotografia

COA – Clube de Observadores de Aves do Rio de Janeiro

APHOTO – Associação Potiguar de Fotografia

Amigos e admiradores de Luiz Cláudio Marigo

Paula Fernandes reedita o Seridó em exposição fotográfica

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A fotógrafa Paula Fernandes ao lado de uma de suas fotos expostas no TCP da Fundação José Augusto.

No melhor estilo “vale a pena ver de novo”, a fotógrafa Paula Fernandes realiza exposição fotográfica no TCP (Teatro de Cultura Popular) da Fundação José Augusto, a partir das 20h00, dessa quarta-feira, véspera da Copa do Mundo.

A exposição “Ser-Tão Seridó” foi exibida na Pinacoteca do Estado ano passado e não traz nada de novo. As 13 fotos são em p&b, em tamanho 40 x 60 cm, e são frutos de um workshop realizado com o mestre Araquém Alcântara na luz da região do Seridó norte-riograndense.

De acordo com um “release” enviado pela fotógrafa, a exposição é uma homenagem à Moacy Cirne, poeta-processo que faleceu recentemente, e faz parte do projeto “Copa Cultural”, sob o selo do Governo do Estado, através da SecultRN/FJA.

Algumas fotos de Paula Fernandes:

http://www.zoon.org.br/fotorn/fotomapeamento/Paula%20Georgia%20Fernandes%20-%20port.pdf

Três poemas de Chico Doido de Caicó

Sou doido por mulher
Sou doido por cachaça
Sou doido pra gastar dinheiro
Sou doido por uma bunda
Sou doido por Caicó
Sou doido pelo mar
Sou doido por violão e lua cheia
Sou doido por uma conversa de bar
Sou doido por arribaçã
E sou doido propriamente dito

xxxxxxx

A rapariga que eu mais quis bem
Me dava dinheiro
Me dava cigarro
Me dava cafuné
Me dava cachaça
Me dava embalo na rede
Me dava tudo
Só não me dava o cu.

xxxxxxx

Homem com homem
Mulher com mulher
Pessoa com pessoa
Tudo vale a pena
Se a foda não é pequena.

(no livro “69 poemas de Chico Doido de Caicó”. Natal, Editora Sebo Vermelho, 2002)

As paisagens do RN clicadas em HDR

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Fotógrafa e médica veterinária Carla Belke

A fotógrafa e médica veterinária Carla Belke mostra a mudança em sua fotografia na medida em que ela investe em conhecimentos e equipamentos.

Suas fotos em HDR se destacaram tanto durante as postagens no grupo da Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto), no Facebook, que chamaram a atenção dos diretores da entidade que convidaram a fotógrafa e médica veterinária para ilustrar a Carteira de Sócio da Aphoto em 2014. O olhar pelas paisagens norte-rio-grandenses dessa carioca/potiguar tem se destacado pela sutileza da cena e forte contraste em cores.

“Com a medicina veterinária, eu sempre tive que fazer relatórios com imagens nas áreas que atuei”, descreve a intimidade inicial com fotografia, ressaltando que em 2010, ela conheceu o trabalho do professor Alex Gurgel e fez seus primeiros cursos de fotografia. Carla relata que começou a fotografar com uma câmera compacta Sony e, tempo depois, uma SX30 Canon. “Atualmente, eu possuo 03 máquinas: 60D, T4i e uma G12 – Todas Canon”, afirma.

Depois de vários cursos, oficinas e workshops de fotografia, buscando sempre o aprendizado e qualificação, Carla aprendeu que para se destacar na fotografia ele precisa descobrir “um olhar especial, diferenciado, fugir do lugar comum… e é isso que eu procuro até hoje”, reconhecendo que também é necessário saber fazer edições de imagens. “Não basta saber fotografar corretamente. Tem que saber editar e muito…”

Ela tem mais prazer em fotografar a natureza, paisagens e poentes, praticando aventuras de luz em longas exposições. Ela se inspira e aponta o trabalho de fotógrafos como Christer Olsen Photo, Romain Mattei Photography, Dimos Bablis, Athanasios Sismanis e AgusM Photography, todos especialistas em paisagens e HDR. Em Natal, ela já exerceu uma cargo de diretoria na gestão passada da Aphoto e hoje, integra o Coletivo Caçadores de Imagens, já tendo participação em 03 exposições fotográficas.

*Originalmente publicado na Revista Foco Poty, janeiro de 2014 | Fotos: Carla Belke

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Workshop de Adobe Photoshop Lightroom

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Em até 12 vezes no cartão através do PagSeguro

O Adobe Photoshop Lightroom 5.3 é uma poderosa ferramenta no tratamento de imagens, criada especialmente para quem trabalha com fotografia. Ele fornece praticamente tudo que os fotógrafos necessitam para gerenciar, editar e apresentar todas as imagens em um único pacote simples, organizado, rápido e intuitivo.

Início | 14 de junho | sábados

Duração | 03 aulas

Horário | 10h30 às 12h00

12 vezes pelo PagSeguro

Informações: 84 3211-5436

http://engenhodefotos.wix.com/index

alexgurgel@supercabo.com.br

Visitando a Grand Station, em Nova York

O Grand Central Terminal, é um importante terminal localizado em Manhattan, Nova York. Foi inaugurado há mais de 110 anos (1903) e é utilizada por mais de 300 mil pessoas diariamente, que fica repleta de turistas fora do horário de rush, que ficam tirando fotos.

Veja esse vídeo de 43 segundos, mostrando nossa visita a famosa Grande Estação de Nova York, com seu relógio de quatro faces no centro da estação, ponto de encontro para os nova-iorquinos. Outro ponto para os turistas que visitam a cidade fazer suas fotos e filmagens.

A Grand Station também foi cenários para vários filmes hollywoodianos. Algumas cenas clássicas gravadas por lá: O tiroteio na escadaria da estação protagonizado por Kevin Costner no filme “Os Intocáveis” (1987), justo no momento em que um carrinho de bebê roda escada abaixo. E a destruição da Estação em “Os Vingadores” (2012), durante a luta dos super-heróis para salvar o planeta de extraterrestres.

Fotógrafo morre no Rio por falta de assistência médica em frente ao hospital

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O fotógrafo Cláudio Marigo era especialista em natureza e morreu por falta de assistência médica, em frente ao Instituto Nacional de Cardiologia, quando tinha uma ataque cardíaco.

Desde a última segunda-feira, a comunidade de fotografia, principalmente o pessoal do Sudoeste, está estarrecida o que aconteceu com o fotógrafo Luiz Cláudio Marigo, que morreu tento infarto dentro de num ônibus, em frente ao Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro, onde os médicos cardiologistas se negaram a socorrer o fotógrafo que estava tendo um ataque no coração.

De acordo com a imprensa carioca, quando sofreu o infarto, Luiz Cláudio voltava para casa, depois de uma corrida. Segundo testemunhas, ele entrou brincando e conversando com outros passageiros. Mas, em seguida, começou a sentir fortes dores no peito. O motorista do ônibus parou em frente ao INC para pedir socorro. Mas, o fotógrafo não foi atendido por nenhum médico do hospital — que alegou está em greve e não tem atendimento de emergência.

Aos 63 anos, Luiz Cláudio Marigo se notabilizou por suas fotos de natureza e havia feito trabalhos para revistas como a Fotografe Melhor e Geográfica Universal. “Marigo, além de grande profissional, era um defensor da natureza que dividia seus vastos conhecimentos em fotografia nas páginas de Fotografe. Juntos, ganhamos um Prêmio Jabuti de Literatura em 2011 na categoria Fotografia. Perdemos um amigo, uma referência, um mestre”, escreveu Sérgio Branco – diretor de redação da Revista Fotografe Melhor.

Negligência Médica e Crime de Omissão

Para o antropólogo e fotógrafo Milton Guran, a forma como morreu Marigo é um verdadeiro grito de alerta, um manifesto pela cidadania. “Somando a indignação com a dor, temos que reagir a esse crime de omissão de socorro, de insensibilidade radical, incomensurável irresponsabilidade que vai se tornando banal nos nossos dias. Marigo não merecia partir assim, ninguém merece. Vamos dar voz a nossa dor, vamos reagir”, conclamou Milton.

Milton Guran fez uma provocação à Associação de Fotógrafos de Naturez (AFNATURA), onde Cláudio Marigo fazia parte da diretoria, para que a entidade constitua um advogado para acompanhar, junto à Polícia Civil e o Ministério Público, a abertura de uma queixa crime por omissão de socorro seguida de morte contra o médico plantonista do Instituto do Coração, o pessoal da recepção e o diretor do hospital.

Nota Oficial do Ministério da Cultura

Na tarde de ontem, terça-feira, a Ministra da Cultura, Marta Suplicy, soltou nota oficial: “Pelas lentes de Luiz Claudio Marigo a exuberante natureza brasileira se tornou mais conhecida para cada um de nós. De forma pioneira, Marigo acrescentou um toque de arte. Cada clique seu era um gesto de amor, um alerta para a consciência, uma ode à nossa natureza. Seu trabalho será sempre referência para fotógrafos e motivo de encantamento para o público. Fica nossa dor e homenagem a seus familiares, amigos e admiradores, que perdem um grande ser humano”.

Bloomsday em Natal com exposição fotográfica

Há 28 anos, o professor Francisco Ivan, doutor do departamento de Letras, realiza o “Bloomsday” na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Esse ano, a festa começou desde ontem e vai até o dia 14 de junho, com música, peça teatral, leitura de trechos da obra de James Joyce, no livro “Ulisses”, e uma exposição fotografia “In Bloom, Dublin pelo Olhar de James Joyce”, da fotógrafa Lidi Lima-Conlon, acontecendo na Livraria Saraiva no Midway Mall.

Quando eu estudava Letras, na UFRN, conheci o incrível professor Chico Ivan, um “joyceano” que me apresentou ao universo encantado de “Ulisses”, a obra de James Joyce, que tem muito seguidores. No dia 16 desse mês, os joyceanos se reúnem para celebrar o “Bloomsday” no mundo inteiro, inclusive em Natal.

Bloomsday é o dia consagrado a uma das maiores obras literárias da modernidade, o livro Ulisses, do irlandês James Joyce. O livro retrata um único dia, 16 de junho de 1904, na vida do personagem Leopold Bloom, que percorre a cidade de Dublin das primeiras horas da manhã até a madrugada seguinte.

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Cursos de Fotografia – Calendário 2º semestre de 2014

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Agende seu evento fotográfico no Engenho de Fotos

http://engenhodefotos.wix.com/index

 

Workshop de Adobe Photoshop Lightroom 5.3

O Adobe Photoshop Lightroom 5.3 é uma poderosa ferramenta no tratamento de imagens, criada especialmente para quem trabalha com fotografia. Ele fornece praticamente tudo que os fotógrafos necessitam para gerenciar, editar e apresentar todas as imagens em um único pacote simples, organizado, rápido e intuitivo.

Início | 14 de junho | sábados

Duração | 03 aulas

Horário | 10h30 às 12h00

Investimento | R$ 250,00

A vista 30% de descontos (ex-alunos e aphotista – R$ 175,00)

Em até 12 vezes pelo PagSeguro

 

Curso Básico de Fotografia

O Curso de Fotografia Básico é destinado às pessoas que querem aprender, passo a passo, como tirar boas fotografias de paisagens, gente, viagens, arquitetura, book, retrato, etc.

Início | 12 de julho de 2014

Dia | Sábado

Hora | 10h00 às 12h00

Duração | 10 sábados

Aulas práticas aos domingos

Investimento | R$ 500,00

Em até 12 vezes pelo PagSeguro

 

Engenho na Estrada

Expedição Fotográfica para Acari, Currais Novos e Santa Cruz

O dia inteiro com aulas de fotografia 100% práticas, onde os participantes terão pautas definidas a serem cumpridas. Em busca da luz, todos farão exercícios fotográficos com a orientação do professor Alex Gurgel

Data | 20 de julho (domingo)

Saída | 06h00

Local | Engenho de Fotos (por trás da Igreja do Galo, Cidade Alta)

Investimento | R$ 100,00 (inclui transporte ida-e-volta e entrada na Mina Brejuí).

Atenção | Água e refeições não estão inclusos no valor

Dica | Levar tripé e filtro polarizador

 

Luz Criativa – Curso Avançado de Fotografia

Destinado para fez o Curso Básico e tem uma câmera reflex (DSLR). Além de dominar os recursos manuais da câmera como abertura do diafragma e velocidade do obturador, o aluno vai desenvolver sua criatividade com a luz disponível para retratar a cena de forma criativa.

Início: 09 de agosto (sábado)

Horário: 14h às 16h da tarde

Investimento

R$ 800,00 a vista

Em 12 vezes pelo Pague Seguro

 

Engenho on Line:

http://engenhodefotos.wix.com/index

Morre Marinho Chagas, a Bruxa de Natal

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Na foto de Carlos Eufrásio, eu estou ao lado de Marinho Chagas.

O primeiro domingo junino amanheceu mais triste do que nunca para os potiguares, com a notícia da morte de Marinho Chagas, que faleceu em João Pessoa. Ele passou mal num encontro em um shopping, quando participava de um evento com colecionadores de figurinhas de álbum de Copa do Mundo, na capital paraibana. Marinho morreu aos 62 anos, decorrente de problemas com o álcool.

A última vez que vi Marinho foi durante o Baile das Kengas, no Centro Histórico de Natal, e fiz questão de fazer uma foto ao lado dele (ver foto que abre esse post), assim como faz os fãs de um ídolo. Ele começou a jogar bola no meu time de coração, o “Mais Querido” (ABC FC de Natal) e foi o melhor Lateral Esquerdo da Copa de 1974, na Alemanha.

Antes de pendurar as chuteiras, Marinho ainda jogou no Botafogo do Rio de Janeiro por muitos anos e jogou no Cosmos, dos Estados Unidos, ao lado de Pelé, Beckenbauer e Carlos Alberto, o capitão do Tri. Depois de rodar pelo mundo, voltou para Natal onde vivia uma vida de boêmia até morrer na manhã de hoje, diagnosticado pelos médicos paraibanos como “hemorragia digestiva alta”.

Marinho era figura comum no Beco da Lama, tomando umas canas com os amigos e o irmão Bomba, nos diversos bares e botequins da mais tradicional boemia natalense. Era um cara simples, risonho, brincalhão, cumprimentava todo mundo e fazia questão de posar nas fotos para os fãs do maior jogador de futebol que nasceu em Terras Potiguares. O povo de Natal deveria clamar aos vereadores para que fizessem uma homenagem à Marinho Chagas, colocando seu nome no estádio Arena das Dunas.

Algumas dicas para fotografar melhor

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– Leia o manual: Ninguém se acostuma a ler os manuais dos aparelhos eletrônicos. Mas, é muito importante ler o manual da câmera fotográfica antes de usá-la para se familiarizar com os novos recursos. A internet está cheia de alternativas como You Tube com vídeos e tutoriais, além de sites e blogs espalhados pelo mundo virtual.

– Estude fotografia: Quando mais você estuda fotografia, melhores ficam suas fotos. Não pense que a “minha-máquina-faz-tudo”. Diafragma; obturador; regra dos terços; qualidade de luz; ISO; composição; tudo isso é imprescindível para fazer boa foto. O caminho mais rápido para esses conhecimentos é fazer cursos de fotografia ou participar de congressos, oficinas, workshops, etc.

– Tenha paciência para fotografar: Ter em mãos um equipamento que contem um cartão de armazenamento quase que infinito não lhe obriga a apertar o botão de disparo a cada segundo na tentativa de obter uma boa foto. Ao invés de contar com a capacidade de seu cartão, conte com a sua criatividade para se obter uma boa fotografia. Prepare a câmera, observe, componha e fotografe.

– Fotografe com “um olho”: É assim que deveríamos pensar quando estamos empunhando uma câmera. Feche o outro olho para criar toda atenção na cena.

– Copie ideias: Esta é uma boa forma de aprender novas técnicas de todos os tipos. É impossível que você não tenha alguma fotografia que lhe impressione e que o faça querer produzir algo parecido. Há quem afirme que “copiando você irá criar seu próprio estilo fotográfico”.

– Mude o ângulo: Certamente, mudando alguns centímetros do ângulo,  independente para qual direção for, o que será visto na fotografia será diferente. Isso só tem a acrescentar ao seu trabalho porque lhe dará a possibilidade de criar uma história por ângulos diferentes. Deite, agache, dê alguns passos para o lado, suba num cadeira se for preciso e se esforce para fazer fotografia de ângulos inusitados, diferentes que chamem atenção do leitor.

– Invista em Equipamentos e Acessórios: As lentes que veem no kit não possuem os melhores materiais de construção e ótica. Lentes são caras. É fato. Invista em lentes claras (com f-stop de no mínimo 2.8), porque além de ser ótima para situações de baixa luz, terá uma ótima qualidade ótica e boa construção. Compre sempre acessórios como flash, filtro, tripé, etc.

– Fotografe em RAW: Quando se fotografa em JPEG, automaticamente sua imagem será comprimida e perderá muitos detalhes. Já fotografando em RAW, você garantirá que todas as informações da imagem estarão contidas no arquivo de captura. Assim você terá muito mais informações para a pós-produção.

– Use editor de imagem, de preferência o Lightroom: Sem um editor de imagem, hoje em dia, um fotógrafo não é nada. Por isso, adquira algum bom editor como Lightroom. No mínimo, você pode melhorar sua foto ajustando os níveis de saturação, contraste, brilho, etc.

– Cuidado com o fundo: Fundos complexos, cheio de informações, tiram a atenção para a modelo. Um detalhe ao fundo pode estragar toda a sua composição. Prefira os fundos neutros que “desapareçam” na cena e deixe a modelo destacada.

– Esses são caminhos até uma boa foto. Mas não se limite ao que escrito acima. Sempre busque informações que podem lhe ajudar a melhorar sua fotografia e verá que esse processo será infinito. E a melhor dica é: pratique sempre e você vai fotografar melhor.

Como se Fala em Natal

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A entrada de Natal com o estádio Arena das Dunas em destaque.

O músico e poeta Cleudo Freire lançou um livro chamado “Papo Jerimum-  Dicionário Rimado de Termos populares”, pela Editora Sebo Vermelho, em 2006. Desse livro, surgiu o poema “Como se Fala em Natal”, retirando as mais autênticas expressões do dia-a-dia dos natalense.

Como se fala em Natal

(Cleudo Freire)

Cabra posudo é gabola
Otário é abigobel
O chato é galado
Puxa-saco é xeleléu

Cabra alto é galalau
Botão de som é pitoco
Se é muito miúdo é pixototinho
Se for resto é catôco

Tudo que é bom é massa
É arretado, é primêra
Tudo que é ruim é peba
Também pode ser reiêra

Moça nova é boyzinha
Mulher solteira é caritó
A que é galinha é enxirida
Lança-perfume é loló

Ponta de cigarro é piúba
Bordel se chama berel
Longe de casa da mãe patanha
É lá na casa de chapéu

Rir dos outros é mangar
Mexer os quartos é mengar
Quem observa fica cubando
Faltar aula é gazear

Quem é pálido é impalemado
Quem é franzino é xôxo
O bobo se chama leso
O medroso se chama frouxo

Pernilongo é muriçoca
Chicote se chama açoite
Quem entra sem licença, imbioca
Sinal de espanto é vôte

Tá com raiva, tá invocado
Vou sair, diz vou chegar
Caba sem dinheiro é liso
Dar um amasso é sarrar

Muita coisa é ruma
Se tá folgado é folote
Pouca coisa é um tico
Uma turma é um magote

O tímido é bisonho
Tá de fogo, tá melado
O surdo se diz môco
Quem tem sorte é cagado

Pedaço de pedra é xêxo
Ladrão pequeno é xexêro
O mesquinho é amarrado
Caba safado é fulêro

Papo furado é aresia
Caba insistente é prisiaca
Se for pior se diz frechado
Catinga de suor é inhaca

Sujeira no olho é remela
Toca-disco é radiola
Meleca se chama caraca
Peido se chama sola

Mancha de pancada é roncha
Briga pequena é arenga
Performance é munganga
Prostituta é quenga

Bola de gude é biloca
Fofoca é fuxico
Estouro é papôco
Cú, aqui se chama furico, boga, zeguedé, frinfra, anel de couro, lata de doce…

Arena das Dunas pelas lentes de Canindé Soares

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O livro “Natal em Fotos” ainda não tem data para ser lançado, mas Canindé garante que será o livro mais bem elaborado que já lançou.

Toda a trajetória da demolição do antigo estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado, conhecido como Machadão, inaugurado em 1972, e a construção da novíssima e moderna Arena das Dunas, está sendo narrada visualmente pelas lentes do fotojornalista Canindé Soares, que lançará um livro durante a Copa do Mundo, em Natal.

O livro se chamará “Natal em Fotos”, que será o livro com fotos de Natal que estará disponível aos turistas. Se as fotos não tivesse identificação, um olhar mais atento saberia que aquelas fotos são de Canindé Soares, pelo seu estilo e técnicas apuradas de clicar a luz, que deixa sua identidade fotográfica em cada imagem.

Canindé já lançou 2 livros chamados “Natal em Fotos” demonstrando a preocupação histórica de fazer o registro de Natal na atualidade para mostrar as futuras gerações. Nesses tempos de Copa do Mundo, o estádio Arena das Dunas é mais uma peça arquitetônica que a cidade ganha e sua feitura foi registrada, passo a passo, pelo fotógrafo/historiador que vai contando, através de suas imagens, a fábula da cidade.

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Logo apois da demolição do Machadão e do Machadinho para dá lugar ao novo Arena das Dunas.

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O estádio Arenas das Dunas (em construção das pétalas de cobertura) e a cidade do Natal.

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Estádio Arena das Dunas pronto para a Copa do Mundo.

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