Arquivos de Categoria: Gente

Encontrando um homeless no metrô de Nova York

Quando estivamos em Nova York, eu e minha esposa ficamos no Queens, na Rua Northeastern boulevard, e ficamos hospedados no Anchor Inn Hotel. Para chegar em Manhathan, a gente pegada um ônibus até a Flushing Area, ainda dentro do bairro Queens, que viajava mais de 10 minutos até a estação do metrô.

Flusing Area é uma nova e próspera Chinatown, um local onde se pode cruzar com asiáticos de todos os lugares. Segundo o recepcionista do hotel, em Flusing Area se fala mais de 200 idiomas. Em Flusing Area, a gente pega o metrô para a Time Square, numa viagem de 15 minutos.

Todo dia, a gente encontrava esse “homeless” falando inglês com sotaque latino e pedingo uma ajuda. Numa dessas viagens, eu resolvi filmar o cara, que disse que está com câncer na perna e que mora no metrô há cinco anos. Todos no vagão do metrô ficaram inertes, pareciam acostumados com aquela cena. Dei algumas pratas de dollars para o rapaz.

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Carta Aberta – 7 Dias Sem Marigo

Carta Aberta da família e dos amigos do fotógrafo Luiz Claudio Marigo dirigida aos seguranças, recepcionistas, enfermeiros, médicos, gestores e à diretoria do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) em Laranjeiras, ao Ministro da Saúde Arthur Chioro, e à população brasileira.

Rio, 9 de junho de 2014

Na segunda-feira da semana passada, por volta das 11h30 da manhã, a menos de dez metros da porta do Instituto Nacional de Cardiologia, Luiz Claudio Marigo acabava de sofrer um mal estar súbito no interior de um ônibus.

Apesar dos diversos pedidos de socorro dirigidos ao hospital pelo motorista Amarildo Gomes, pelo cobrador Reinaldo dos Santos, e por vários passageiros, Luiz Claudio não recebeu atendimento imediato e agonizou durante cerca de 45 minutos no interior do ônibus. Foi necessário aguardar a chegada de uma ambulância do SAMU e, em seguida, de uma equipe de bombeiros socorristas.

Digam:

– Como é possível que um hospital de grande porte e bem aparelhado não tenha oferecido socorro imediato, enquanto o ônibus em que Marigo agonizava bloqueava o trânsito e grande quantidade de cidadãos curiosos e indignados permaneciam na porta do hospital?

– Por que esses poucos metros se tornaram intransponíveis? Por que os pedidos de socorro não foram acolhidos? Porque nenhum profissional de saúde – médico ou enfermeiro – foi imediatamente convocado para avaliar a gravidade da situação e prestar o devido atendimento?

Uma instituição de saúde, seja ela pública ou privada, não pode estar alheia ao que acontece ao seu redor, muito menos ao que acontece em sua porta.

– Que tipo de prática hospitalar e de política de saúde pública produz esse descaso com a vida humana, esse embrutecimento da sensibilidade, que leva um hospital de referência, financiado com recursos públicos, à omissão de socorro a uma pessoa que não tem mais voz para clamar pela ajuda que poderia vir a salvar a sua vida?

Luiz Claudio Marigo dedicou 40 anos à documentação fotográfica da natureza brasileira. Acreditava que, ao mostrar a beleza da diversidade das paisagens e espécies da flora e fauna nas suas fotografias, tocaria o coração de todos para a necessidade de sua preservação. Apaixonado por essa missão, levou suas ações além do campo da fotografia, tornou-se conservacionista e participou da criação da Reserva Mamirauá, na Amazônia, uma referência na preservação ambiental.

Esse foi Luiz Claudio Marigo, que morreu sem atendimento em frente ao prestigiado Instituto Nacional de Cardiologia. Um homem tão especial, sacrificado como tantos brasileiros, nas portas, no chão, nas enfermarias dos hospitais públicos, vítima da falta de humanidade, vítima da falta de gestão, vitima do descaso das políticas públicas no Brasil.

Trazemos aqui, em memória de Marigo, um grito de socorro, com a força da revolta e da tristeza que trazemos no peito.

Clamamos por mudanças! Omissão de socorro, NUNCA MAIS!

Cecília Banhara Marigo

Gustavo Banhara Marigo

Vitor Banhara Marigo

AFNATURA – Associação de Fotógrafos de Natureza

FotoRio – Encontro Internacional de Fotografia do Rio de Janeiro

Arfoc Brasil – Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos

Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil

Sociedade Fluminense de Fotografia

COA – Clube de Observadores de Aves do Rio de Janeiro

APHOTO – Associação Potiguar de Fotografia

Amigos e admiradores de Luiz Cláudio Marigo

Paula Fernandes reedita o Seridó em exposição fotográfica

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A fotógrafa Paula Fernandes ao lado de uma de suas fotos expostas no TCP da Fundação José Augusto.

No melhor estilo “vale a pena ver de novo”, a fotógrafa Paula Fernandes realiza exposição fotográfica no TCP (Teatro de Cultura Popular) da Fundação José Augusto, a partir das 20h00, dessa quarta-feira, véspera da Copa do Mundo.

A exposição “Ser-Tão Seridó” foi exibida na Pinacoteca do Estado ano passado e não traz nada de novo. As 13 fotos são em p&b, em tamanho 40 x 60 cm, e são frutos de um workshop realizado com o mestre Araquém Alcântara na luz da região do Seridó norte-riograndense.

De acordo com um “release” enviado pela fotógrafa, a exposição é uma homenagem à Moacy Cirne, poeta-processo que faleceu recentemente, e faz parte do projeto “Copa Cultural”, sob o selo do Governo do Estado, através da SecultRN/FJA.

Algumas fotos de Paula Fernandes:

http://www.zoon.org.br/fotorn/fotomapeamento/Paula%20Georgia%20Fernandes%20-%20port.pdf

Três poemas de Chico Doido de Caicó

Sou doido por mulher
Sou doido por cachaça
Sou doido pra gastar dinheiro
Sou doido por uma bunda
Sou doido por Caicó
Sou doido pelo mar
Sou doido por violão e lua cheia
Sou doido por uma conversa de bar
Sou doido por arribaçã
E sou doido propriamente dito

xxxxxxx

A rapariga que eu mais quis bem
Me dava dinheiro
Me dava cigarro
Me dava cafuné
Me dava cachaça
Me dava embalo na rede
Me dava tudo
Só não me dava o cu.

xxxxxxx

Homem com homem
Mulher com mulher
Pessoa com pessoa
Tudo vale a pena
Se a foda não é pequena.

(no livro “69 poemas de Chico Doido de Caicó”. Natal, Editora Sebo Vermelho, 2002)

As paisagens do RN clicadas em HDR

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Fotógrafa e médica veterinária Carla Belke

A fotógrafa e médica veterinária Carla Belke mostra a mudança em sua fotografia na medida em que ela investe em conhecimentos e equipamentos.

Suas fotos em HDR se destacaram tanto durante as postagens no grupo da Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto), no Facebook, que chamaram a atenção dos diretores da entidade que convidaram a fotógrafa e médica veterinária para ilustrar a Carteira de Sócio da Aphoto em 2014. O olhar pelas paisagens norte-rio-grandenses dessa carioca/potiguar tem se destacado pela sutileza da cena e forte contraste em cores.

“Com a medicina veterinária, eu sempre tive que fazer relatórios com imagens nas áreas que atuei”, descreve a intimidade inicial com fotografia, ressaltando que em 2010, ela conheceu o trabalho do professor Alex Gurgel e fez seus primeiros cursos de fotografia. Carla relata que começou a fotografar com uma câmera compacta Sony e, tempo depois, uma SX30 Canon. “Atualmente, eu possuo 03 máquinas: 60D, T4i e uma G12 – Todas Canon”, afirma.

Depois de vários cursos, oficinas e workshops de fotografia, buscando sempre o aprendizado e qualificação, Carla aprendeu que para se destacar na fotografia ele precisa descobrir “um olhar especial, diferenciado, fugir do lugar comum… e é isso que eu procuro até hoje”, reconhecendo que também é necessário saber fazer edições de imagens. “Não basta saber fotografar corretamente. Tem que saber editar e muito…”

Ela tem mais prazer em fotografar a natureza, paisagens e poentes, praticando aventuras de luz em longas exposições. Ela se inspira e aponta o trabalho de fotógrafos como Christer Olsen Photo, Romain Mattei Photography, Dimos Bablis, Athanasios Sismanis e AgusM Photography, todos especialistas em paisagens e HDR. Em Natal, ela já exerceu uma cargo de diretoria na gestão passada da Aphoto e hoje, integra o Coletivo Caçadores de Imagens, já tendo participação em 03 exposições fotográficas.

*Originalmente publicado na Revista Foco Poty, janeiro de 2014 | Fotos: Carla Belke

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Fotógrafo morre no Rio por falta de assistência médica em frente ao hospital

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O fotógrafo Cláudio Marigo era especialista em natureza e morreu por falta de assistência médica, em frente ao Instituto Nacional de Cardiologia, quando tinha uma ataque cardíaco.

Desde a última segunda-feira, a comunidade de fotografia, principalmente o pessoal do Sudoeste, está estarrecida o que aconteceu com o fotógrafo Luiz Cláudio Marigo, que morreu tento infarto dentro de num ônibus, em frente ao Instituto Nacional de Cardiologia, no Rio de Janeiro, onde os médicos cardiologistas se negaram a socorrer o fotógrafo que estava tendo um ataque no coração.

De acordo com a imprensa carioca, quando sofreu o infarto, Luiz Cláudio voltava para casa, depois de uma corrida. Segundo testemunhas, ele entrou brincando e conversando com outros passageiros. Mas, em seguida, começou a sentir fortes dores no peito. O motorista do ônibus parou em frente ao INC para pedir socorro. Mas, o fotógrafo não foi atendido por nenhum médico do hospital — que alegou está em greve e não tem atendimento de emergência.

Aos 63 anos, Luiz Cláudio Marigo se notabilizou por suas fotos de natureza e havia feito trabalhos para revistas como a Fotografe Melhor e Geográfica Universal. “Marigo, além de grande profissional, era um defensor da natureza que dividia seus vastos conhecimentos em fotografia nas páginas de Fotografe. Juntos, ganhamos um Prêmio Jabuti de Literatura em 2011 na categoria Fotografia. Perdemos um amigo, uma referência, um mestre”, escreveu Sérgio Branco – diretor de redação da Revista Fotografe Melhor.

Negligência Médica e Crime de Omissão

Para o antropólogo e fotógrafo Milton Guran, a forma como morreu Marigo é um verdadeiro grito de alerta, um manifesto pela cidadania. “Somando a indignação com a dor, temos que reagir a esse crime de omissão de socorro, de insensibilidade radical, incomensurável irresponsabilidade que vai se tornando banal nos nossos dias. Marigo não merecia partir assim, ninguém merece. Vamos dar voz a nossa dor, vamos reagir”, conclamou Milton.

Milton Guran fez uma provocação à Associação de Fotógrafos de Naturez (AFNATURA), onde Cláudio Marigo fazia parte da diretoria, para que a entidade constitua um advogado para acompanhar, junto à Polícia Civil e o Ministério Público, a abertura de uma queixa crime por omissão de socorro seguida de morte contra o médico plantonista do Instituto do Coração, o pessoal da recepção e o diretor do hospital.

Nota Oficial do Ministério da Cultura

Na tarde de ontem, terça-feira, a Ministra da Cultura, Marta Suplicy, soltou nota oficial: “Pelas lentes de Luiz Claudio Marigo a exuberante natureza brasileira se tornou mais conhecida para cada um de nós. De forma pioneira, Marigo acrescentou um toque de arte. Cada clique seu era um gesto de amor, um alerta para a consciência, uma ode à nossa natureza. Seu trabalho será sempre referência para fotógrafos e motivo de encantamento para o público. Fica nossa dor e homenagem a seus familiares, amigos e admiradores, que perdem um grande ser humano”.

Morre Marinho Chagas, a Bruxa de Natal

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Na foto de Carlos Eufrásio, eu estou ao lado de Marinho Chagas.

O primeiro domingo junino amanheceu mais triste do que nunca para os potiguares, com a notícia da morte de Marinho Chagas, que faleceu em João Pessoa. Ele passou mal num encontro em um shopping, quando participava de um evento com colecionadores de figurinhas de álbum de Copa do Mundo, na capital paraibana. Marinho morreu aos 62 anos, decorrente de problemas com o álcool.

A última vez que vi Marinho foi durante o Baile das Kengas, no Centro Histórico de Natal, e fiz questão de fazer uma foto ao lado dele (ver foto que abre esse post), assim como faz os fãs de um ídolo. Ele começou a jogar bola no meu time de coração, o “Mais Querido” (ABC FC de Natal) e foi o melhor Lateral Esquerdo da Copa de 1974, na Alemanha.

Antes de pendurar as chuteiras, Marinho ainda jogou no Botafogo do Rio de Janeiro por muitos anos e jogou no Cosmos, dos Estados Unidos, ao lado de Pelé, Beckenbauer e Carlos Alberto, o capitão do Tri. Depois de rodar pelo mundo, voltou para Natal onde vivia uma vida de boêmia até morrer na manhã de hoje, diagnosticado pelos médicos paraibanos como “hemorragia digestiva alta”.

Marinho era figura comum no Beco da Lama, tomando umas canas com os amigos e o irmão Bomba, nos diversos bares e botequins da mais tradicional boemia natalense. Era um cara simples, risonho, brincalhão, cumprimentava todo mundo e fazia questão de posar nas fotos para os fãs do maior jogador de futebol que nasceu em Terras Potiguares. O povo de Natal deveria clamar aos vereadores para que fizessem uma homenagem à Marinho Chagas, colocando seu nome no estádio Arena das Dunas.

Os Americanos em Natal

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Os soldados americanos paqueram uma jovem natalense, provavelmente, na Avenida Rio Branco, onde há casa com esse tipo de janela. Fotógrafo desconhecido.

Por ter uma posição estratégica geográfica global (o ponto mais próximo da Europa), Natal recebeu uma das maiores bases americanas fora dos Estados Unidos durante a 2 Guerra Mundial, que se chamou “Parnamirim Field”. Época retratada no cinema brasileiro com o filme “For All – O Trampolim da Vitória”, de 1997, dirigido por Buza Ferraz e Luiz Carlos Lacerda.

A cidade recebeu um contingente de 10.000 soldados norte-americanos que iam para guerra e outros que vinham feridos ou em trânsito para os Estados Unidos. Este fato mudou radicalmente a pequena capital, à época possuía 50.000 habitantes.

Com os americanos, chegou o fotógrafo Hart Preston, a serviço da Revist Life, mostrando os soldados numa base militar longe da guerra, mas fora de casa. Além de fotografar os soldados, Hart Preston também clicou o cotidiano da cidade, registrando nossas paisagens para a revista Life.

Para acomodar os americanos em Natal, as autoridades locais fizeram: Miami Beach (uma praia no incio da Via Costeira), Cine Rex (um cinema e teatro na Avenida Rio Branco), Grand Hotel (na Ribeira), além das ruas do Alecrim que são chamadas por números como Avenida Cinco, Nove, etc. Sem falar nos nomes “americanizados” das crianças que tem até hoje.

Fotos: Hart Preston

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O Rio Potengi se transformou em um campo de pouso para hidro-aviões. A Rampa era o aeroporto na beira do rio.

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Cotidiano no bairro das Rocas. Ao fundo, a Igreja de São João.

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Um casamento realizado na Ribeira

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Construção da grande parede de pedras que divide a Cidade Alta do Rio Potengi. Ao fundo, a movimentação de aviões americanos.

No Trolley, na maior viagem, em Orlando

Na cidade de Orlando, na Flórida (USA), eu, minha esposa e meu sogros, optamos por andar de Trolley (http://www.iridetrolley.com/) que é um serviço de transporte que atende aos Outlets e parques temáticos. De acordo com o mapa, há 77 pontos na linha (vermelha e verde) desses Trolleys e a cada 20 minutos vem um.

Esse vídeo de 1 minuto e 20 segundos, em Orlando, mostra quando pegamos um Trolley,no dia em que a gente estava voltado do Premium Outlet, da Avenida International Drive, e o motorista era muito animado. Colocou todos os passageiros para dançar e transformou o Trolley numa verdadeira boate.

Passando pela “Parada número 7”, ele pergunta pra galera: “alguém vai ficar aqui? ” E todos respondem: “não”… e ele completa: “ainda bem, porque eu não iria parar aqui de jeito nenhum”… e ele continua fazendo seu show dentro do Trolley e eu filmando tudo. Ainda tenho outros vídeos que vou postar depois.

Conversando sobre fotografia

Com uma linguagem dinâmica, focando uma personagem do mundo fotográfico, o Programa “Curtaí” apresenta uma sequência de seis minutos com alta qualidade, deixando o entrevistado falar, sem a voz do repórter. O primeiro vídeo, a estudante de jornalismo e fotógrafa, Helena Mazivieiro, faz uma incursão no seu trabalho autoral fotográfico e ainda revela novos projetos.

A equipe de produção, roteiro e direção do programa, está de parabéns pelo excelente trabalho: Erik Nobre, Sylara Silvério e Taline Freitas, galera criada nos corredores do Setor II, da UFRN (Universidade Federal do RN), com talento de sobra para fazer uma sequência massa do “Curtaí”.

Interagindo com as pessoas em Nova York

Uma das coisas mais legais quando você viaja é a interação com as pessoas do local. Em Nova York, eu e Cléo conhecemos uma menina chamada Failand (acho que se escreve assim) que estava vendendo passeios nos ônibus abertos. Nós compramos os ingressos para fazer um city tour pela cidade e aproveitamos para trocar uma ideia com ela.

Veja no vídeo:

fotografia fácil

Blog da Escola de Fotografia Áurea Fotográfica

Don Charisma

because anything is possible with Charisma

UVE

Universitários Vão à Escola

Photo Nature Blog

Nature Photography by Jeffrey Foltice

espaçoÀparte

pequena mídia de pesquisa & reflexão da ferramenta arte

StudioMe Blog

Estúdio de produção especializado em fotografia, focado na criação de imagens pra vida.

Estação Cultural

a arte em bom conteúdo

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Acesse o endereço oficial do BLOG: www.sospontanegra.blogspot.com | Movimento sócio-ambiental que propõe um debate amplo sobre o equilíbrio entre desenvolvimento e qualidade de vida, progresso e meio ambiente, com a população do bairro-praia Ponta Negra - Natal RN, Brasil.

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